Dei o primeiro passo rumo à realização do sonhos da minha mãe, tias e conhecidos que não sabem muito bem o que falar quando digo que sou jornalista.
Meu currículo já está cadastrado no banco de talentos da Rede Globo.
Jornal Nacional, aí vou eu!
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... ou não.
Interrompemos nossa programação normal (?) para parabenizar Sr. Great pelo seu aniversário e pela belíssima festa em comemoração do mesmo. Fazia tempo que eu não via uma destruição daquela - principalmente do próprio aniversariante. Essa vai ficar pra história.
A causa:

A conseqüência:




Parabéns para nossos fígados!
Ah, eu estou cansada das convenções sociais. Ter que ficar aturando determinadas pessoas ou situações desagradáveis para não parecer antipática ou mal-educada... ah, não tenho mais saúde pra essas coisas.
Tudo bem, não tem como escapar de tudo: aquele namorado mala da sua melhor amiga ou o chefe pentelho do emprego legal. Não é à toa que nesse mundo moderno no qual vivemos existe muito mais gente com úlcera e rugas precoces.
Mas não, temos que nos comportar como ladies ou gentlemen, O mundo seria tão melhor se pudéssemos apenas nos afastar de quem não vamos com a cara. Sem precisar alardear pra ninguém; só não chegar perto. Esquecer da existência. Aí, num dia de bom-humor extremo, de repente, numa dessas, dar uma segunda chance para a pessoa mal-querida.
(Pra ajudar, muitas vezes esse mal-querer é gratuito. Não adianta, mesmo sendo seres “intelectualmente superiores”, alguns genes selvagens ainda exercem forte poder sobre a psique humana)
Muitas vezes é na segunda chance que descobrimos quão legais são as pessoas até há pouco mal-queridas. Ou, infelizmente, constatamos que tínhamos razão desde o começo. Aposto que, se todo mundo fosse sincero assim, stress não seria o mal do século.
E gritar e xingar seria considerado saudável.
Esse mundo tá todo errado mesmo.
Chega de falar disso. No próximo post: o ladrão de carros que atuava toda segunda-feira na frente da minha casa. E só roubava Paratis. Não perca!
Eu acho engraçado como determinadas situações sociais transformam as pessoas. O dom de mudar de personalidade quando convém está se aperfeiçoando. O termo duas caras já está ultrapassado; agora, deveria ser 3, 4, 25 caras.
Estou farta de gente que finge gostar de certas coisas pra ser igual a todo mundo do grupinho da vez. Ou de gente que defende idéias idiotas e preconceituosas só pra se distinguir dele, e se destacar por ser diferente.
“Cara, eu amo a banda Haunds Caunds!” – quando ouviu uma música da tal banda.
“Nossa, cinema iraniano é demais!” – só porque é cult, porque na verdade achou uma porcaria e/ou não entendeu nada.
“O autor de ‘A Singela Poesia do Fanho que era Gago’ é muito melhor do que qualquer um desses autorzinhos conclamados” – ah, vá à m*.
Todas elas deveriam se trancar em um bar desses pseudo-uinderground-famosinhos para filosofar sobre suas vidinhas fúteis e idiotas. Mas entre eles, porque ninguém tem obrigação de ficar ouvindo esse papinho.
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