O amor é como o rock: não há como fugir
“- Acho que fiquei congelado nos dezessete anos – e nós dois rimos enquanto eu pensava que, no dia em que me der conta de que já sou adulto, vou levar um susto tão grande, mas tão grande, que vou entrar em estado de choque e, quando tudo terminar, serei um ancião, um velho, um senhor. Às vezes acho que a vida reservou para mim apenas duas fases, adolescência e velhice. O resto serão apenas paixões mal resolvidas, rock’n’roll e noite em claro com meus amigos. E quer saber? Gosto disso”.

 

Spit é um jornalista de 22 anos que leva um fora da namorada e, com a ajuda de seus amigos (e muito cigarro e muito café e muita álcool e muitas noites em claro com tudo isso reunido) encara essa fase esquisita da vida – a dos vinte e poucos, na qual somos muito crianças para sermos considerados adultos e muito adultos para sermos considerados crianças.

 

Tirando um detalhe ou outro, essa história se aproxima muito da minha vida. E provavelmente da sua aí também.

 

Então, use alguns minutos de um dia desses e leia “Clube dos Corações Solitários”, de André Takeda. Literatura pop, leve, dessas de começar e não querer largar até chega à última página. Leitura com trilha sonora – e uma bela trilha, aliás. Um livro desses bem sem compromisso. Mas pode esperar: volta e meia você vai se pegar com um sorriso no canto da boca.

Echo Echo Echo

Foto: Marcelo Dallegrave

Uma das coisas mais lindas que já vi, definitivamente.

Se quiser saber em detalhes, vai lá no Plano B que vc vai concordar comigo.

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